Conquista lidera crescimento do Sudoeste

image O PIB de Vitória da Conquista deve alcançar R$ 4 bilhões em 2010, afirmou o Secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, em palestra proferida para empresários do município. A ida à cidade fez parte do projeto da SICM de estreitar o relacionamento entre empresários e governo, que vem investindo no processo de descentralização da economia. Em Vitória da Conquista, somente nos últimos três anos, foram assinados cerca de R$ 14 milhões em protocolos de intenções, com previsão de geração de cinco mil empregos diretos para a região.

O município é referência em segmentos como agricultura, pecuária, comércio e serviços, sendo estes dois últimos responsáveis por 70% da economia local, e deve arrecadar cerca de R$ 200 milhões de ICMS. Na oportunidade, o secretário visitou as fábricas do Grupo Dass, Tia Sônia, Engeflex, Zab e Teiú, além do Ibametro e a Oficina do Empreendedor. O Grupo Dass possui duas unidades produtivas em Vitória da Conquista, gerando 2,1 mil empregos diretos no município e um total de 6 mil empregos diretos em toda a Bahia. A unidade responsável pela produção de calçados esportivos produz 50 mil pares de solados por dia.

A Indústria de Alimentos Tia Sônia, fabricante de uma linha com mais de 30 produtos, entre eles granola e barras de cereais, prepara-se para se instalar no Distrito Industrial de Vitória da Conquista. Marcos Fenício, diretor da fábrica conta que a marca é a segunda mais vendida no Nordeste, na categoria cereais matinais e a única fábrica de barra de cereais da Bahia. “O benefício do Desenvolve ajudou a empresa a tornar-se competitiva e possibilitou que nós aumentássemos o número de funcionários de 34 para 98”, afirmou Fenício.

Assim como a Tia Sônia, a Teiú é uma empresa familiar. Fundada há mais de 50 anos na cidade de Vitória da Conquista, a marca atua na fabricação de produtos de higiene e limpeza e é responsável pela geração de 223 empregos diretos e cerca de outros 700 indiretos.  A Teiú busca acompanhar as inovações que o mercado oferece em produtos e também acompanhar as necessidades do cliente que está cada dia mais exigente. “O cliente hoje não quer somente um produto que resolva as suas necessidades, ele também quer embalagem bonita e atrativa”, afirma Maria Luiza Marinho de Andrade Figueira, química e responsável técnica da fábrica. A Engeflex iniciou a produção de embalagens plásticas no município no início de 2007. Com investimentos de R$ 20 milhões, a empresa vai ampliar a capacidade de produção de 3 mil para 3,8 mil toneladas/mês, aumentando os empregos diretos dos atuais 210 para cerca de 250.

Informações: Tribuna da Bahia online

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